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	<title>FIT LABORE</title>
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		<title>Exercício físico e computador podem estimular cérebro de idosos</title>
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		<pubDate>Mon, 14 May 2012 14:27:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Assuntos Gerais]]></category>
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Fonte:minhavida.com
Estudo indica que atividades melhoram a memória e as funções cognitivas

Uma pesquisa publicada na revista Mayo Clinic Proceedings concluiu que a combinação de atividade física com o uso do computador pode ajudar a reduzir o risco de perda cognitiva relacionada à idade. O experimento foi realizado por pesquisadores da Clínica Mayo, ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2 style="background-color: white; color: #333333; font-family: arial; font-size: 16px; font-weight: normal; line-height: 14px; margin-bottom: 19px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 5px; padding: 0px;"></h2>
<div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"><a style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;" href="http://3.bp.blogspot.com/-YwbOop0z7ig/T7ESHei-QdI/AAAAAAAAAtw/N0M7LjtQ_zM/s1600/331923_10150475509932676_22565487675_8922038_1661980230_o.jpg"><img src="http://3.bp.blogspot.com/-YwbOop0z7ig/T7ESHei-QdI/AAAAAAAAAtw/N0M7LjtQ_zM/s320/331923_10150475509932676_22565487675_8922038_1661980230_o.jpg" border="0" alt="" width="307" height="320" /></a></div>
<h2 style="background-color: white; color: #333333; font-family: arial; font-size: 16px; font-weight: normal; line-height: 14px; margin-bottom: 19px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 5px; padding: 0px;"></h2>
<h2 style="background-color: white; color: #333333; font-family: arial; font-weight: normal; line-height: 14px; margin-bottom: 19px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 5px; padding: 0px;"><span style="font-size: xx-small;">Fonte:minhavida.com</span></h2>
<h2 style="background-color: white; color: #333333; font-family: arial; font-size: 16px; font-weight: normal; line-height: 14px; margin-bottom: 19px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 5px; padding: 0px;">Estudo indica que atividades melhoram a memória e as funções cognitivas</h2>
<div>
<div class="textoCorrido" style="background-color: white; color: #333333; font-family: arial; font-size: 14px; line-height: 1.5em; margin-bottom: 15px; padding: 0px;">Uma pesquisa publicada na revista <em>Mayo Clinic Proceedings</em> concluiu que a combinação de atividade física com o uso do computador pode ajudar a reduzir o risco de perda cognitiva relacionada à idade. O experimento foi realizado por pesquisadores da Clínica Mayo, em Minnesota (EUA), que analisaram mais de 920 pessoas com idades entre 70 e 93 anos.</div>
<div class="textoCorrido" style="background-color: white; color: #333333; font-family: arial; font-size: 14px; line-height: 1.5em; margin-bottom: 15px; padding: 0px;">Os participantes completaram questionários sobre o uso do computador e atividade física em relação ao ano anterior. Com exames e outras análises, os especialistas encontraram sinais de comprometimento cognitivo leve &#8211; estágio entre a perda de memória normal e o início de Alzheimer &#8211; em quase 38% dos <a style="color: #1ea0fc; font-weight: bold; text-decoration: none;" href="http://www.minhavida.com.br/temas/idosos" target="_blank">idosos</a> que não se exercitaram e não usaram um computador, em comparação com aqueles que incluíram esses hábitos na rotina.</div>
<div class="textoCorrido" style="background-color: white; color: #333333; font-family: arial; font-size: 14px; line-height: 1.5em; margin-bottom: 15px; padding: 0px;">Segundo os autores, o ideal é praticar exercícios moderados: caminhada, atividade aeróbica, musculação, tênis, ioga, artes marciais, levantamento de peso e utilização de máquinas de exercício. Eles afirmam que, embora o estudo tenha descoberto uma associação entre exercício combinado e uso do computador e melhora da função da <a style="color: #1ea0fc; font-weight: bold; text-decoration: none;" href="http://www.minhavida.com.br/temas/mem%C3%B3ria" target="_blank">memória</a>, ainda não foi provada uma relação de causa e efeito.</div>
<h3 style="background-color: white; color: #333333; font-family: arial; font-size: 16px; margin-bottom: 10px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding: 0px;"><strong>Mais de 40 anos? Largue as desculpas e comece uma atividade física</strong></h3>
<div class="textoCorrido" style="background-color: white; color: #333333; font-family: arial; font-size: 14px; line-height: 1.5em; margin-bottom: 15px; padding: 0px;">Se você tem mais de 40 anos e pensa que é tarde para começar a se exercitar, ou, talvez, que seu corpo já está fraco para suportar a carga de exercícios, é hora de repensar o assunto. O fisiologista Raul Santo de Oliveira, da Unifesp, esclarece que a saúde só tem a agradecer quando se começa a praticar um exercício físico, mesmo se você nunca praticou nada.</div>
<div class="textoCorrido" style="background-color: white; color: #333333; font-family: arial; font-size: 14px; line-height: 1.5em; margin-bottom: 15px; padding: 0px;">Raul Santo acrescenta que, nessa fase, são comuns doenças oportunistas e crônico-degenerativas, como hipertensão, diabetes, mau colesterol (LDL) elevado e até mesmo osteoporose &#8211; que, ressalta ele, também é consequência de hábitos trazidos pela vida toda, desde a infância. O exercício físico contribuirá com a melhora desses e outros quadros.</div>
<h3 style="background-color: white; color: #333333; font-family: arial; font-size: 16px; margin-bottom: 10px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding: 0px;"><strong>Exames necessários</strong></h3>
<div class="textoCorrido" style="background-color: white; color: #333333; font-family: arial; font-size: 14px; line-height: 1.5em; margin-bottom: 15px; padding: 0px;">Para começar a praticar uma atividade, é sempre importante procurar um profissional. Esse médico realizará uma avaliação clínica, que declarará se você é apto ou não para o exercício escolhido. O clínico geral realizará testes, como glicemia, hemograma, níveis de colesterol etc.</div>
<div class="textoCorrido" style="background-color: white; color: #333333; font-family: arial; font-size: 14px; line-height: 1.5em; margin-bottom: 15px; padding: 0px;">Depois dessa avaliação, é preciso fazer o chamado teste ergoespirométrico. Ele consiste em um exame realizado em laboratório &#8211; em esteira ou bicicleta ergométrica , onde a carga do exercício será gradativamente aumentada. Serão observadas as reações fisiológicas de acordo com a intensidade da atividade, como frequência cardíaca, pressão arterial e consumo de oxigênio, até chegar no consumo máximo de oxigênio que esse indivíduo suportou. Raul Santo explica que esse é o principal parâmetro na hora de definir qual é o limite do treino da pessoa.</div>
<h3 style="background-color: white; color: #333333; font-family: arial; font-size: 16px; margin-bottom: 10px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding: 0px;"><strong>Aeróbico ou anaeróbico?</strong></h3>
<div class="textoCorrido" style="background-color: white; color: #333333; font-family: arial; font-size: 14px; line-height: 1.5em; margin-bottom: 15px; padding: 0px;">A base dos exercícios, nessa fase da vida, deve ser aeróbica, já que pode ser que o corpo não aguente uma carga mais pesada. &#8220;O que determina não é a modalidade, mas a intensidade aplicada em relação à frequência cardíaca&#8221;, esclarece o fisiologista Raul. Desse modo, uma caminhada leve é um exercício aeróbico &#8211; e utiliza o metabolismo aeróbio, ou seja, demanda oxigênio para obter energia -, já uma corrida intensa pode ser considerada anaeróbica &#8211; utilizando o metabolismo anaeróbio, processo que não pede oxigênio para a obtenção de energia para a realização do exercício.</div>
<div class="textoCorrido" style="background-color: white; color: #333333; font-family: arial; font-size: 14px; line-height: 1.5em; margin-bottom: 15px; padding: 0px;">A caminhada é uma das mais democráticas. No caso da corrida, as articulações e a coluna devem estar em dia. Já a natação é um treino mais introspectivo, que não exige grandes interações sociais. Para coletivos, vale prestar atenção em futebol ou vôlei, mas sempre tomando cuidado com as articulações e os possíveis impactos do esporte. Robson de Bem, médico fisiatra da Associação Brasileira Beneficente de Reabilitação (ABBR), também acrescenta nessa lista Pilates, hidroginástica e ioga como boas atividades.</div>
<h3 style="background-color: white; color: #333333; font-family: arial; font-size: 16px; margin-bottom: 10px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding: 0px;"><strong>Cuidado com as lesões</strong></h3>
<div class="textoCorrido" style="background-color: white; color: #333333; font-family: arial; font-size: 14px; line-height: 1.5em; margin-bottom: 15px; padding: 0px;">Para evitar lesões, é de suma importância respeitar limites do corpo, usar roupas e acessórios corretos, alimentar-se corretamente, não exagerar na carga do exercício e nunca se esquecer de aquecimento e alongamento. Quando esses cuidados não são tomados, é comum que ocorram lesões de articulações e coluna vertebral &#8211; e isso se refletirá na qualidade de vida.</div>
</div>
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		<title>Paralítica em traje biônico faz maratona em 16 dias</title>
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		<pubDate>Fri, 11 May 2012 15:27:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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Fonte:folha.com
Rodolfo Lucena

Depois de 16 dias de caminhada, uma mulher paralítica completou hoje a maratona de Londres com o auxílio de um traje biônico
Em lágrimas, a ex-amazona Claire Lomas disse que “estava nas nuvens”. Centenas de pessoas aplaudiram sua chegada (foto AFP) e três cavalarianos serviram com guardas de honra ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong> </strong></p>
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<div id="post-317" class="post-317 post type-post status-publish format-standard hentry category-geral">
<div class="entry-content" style="color: #333333; font-family: Arial, sans-serif; font-size: 15px; font-weight: normal; margin-bottom: 25px;">
<div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"><strong><a style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;" href="http://2.bp.blogspot.com/-u8XzaHV9W4c/T60vLsRC-SI/AAAAAAAAAtY/fkPQV4GSN-8/s1600/08claireAFP.jpg"><img src="http://2.bp.blogspot.com/-u8XzaHV9W4c/T60vLsRC-SI/AAAAAAAAAtY/fkPQV4GSN-8/s320/08claireAFP.jpg" border="0" alt="" width="320" height="213" /></a></strong></div>
<p style="font-weight: normal;"><strong><br />
</strong></p>
<p><strong><br />
</strong></p>
<p><strong><br />
</strong></p>
<p><strong>Fonte:folha.com</strong></p>
<p><strong>Rodolfo Lucena</strong><br />
<strong></strong><br />
<strong>Depois de 16 dias de caminhada, uma mulher paralítica completou hoje a maratona de Londres com o auxílio de um traje biônico</strong></p>
<p style="font-weight: normal;"><span style="font-weight: bold;">Em lágrimas, a ex-amazona Claire Lomas disse que “estava nas nuvens”. Centenas de pessoas aplaudiram sua chegada (foto AFP) e três cavalarianos serviram com guardas de honra durante os últimos metros de sua jornada.</span></p>
<div id="container">
<div id="content" style="width: 635px;">
<div id="post-317" class="post-317 post type-post status-publish format-standard hentry category-geral">
<div class="entry-content" style="color: #333333; font-family: Arial, sans-serif; font-size: 15px; font-weight: normal; margin-bottom: 25px;">
<strong><strong>Uma queda de cavalo há cinco anos deixou a moça paralítica, mas, desde os primeiros momentos depois do acidente, ela procurou fazer o possível para se manter ativa.</strong></strong></p>
<p><strong><strong>Com o traje robótico, que mimetiza as respostas que as articulações do corpo dariam se estivessem funcionando bem, a moça de 32 anos conseguiu caminhar cerca de três quilômetros por dia. Antes, passou por longas sessões de treino até aprender a controlar o equipamento.</strong></strong></p>
<p><strong><strong>“Várias vezes, durante o treinamento, eu tive dúvidas se iria conseguir. Mas, depois que comecei, fui vivendo um dia de cada vez, caminhando o que era possível”, disse ela.</strong></strong></p>
<p><strong><strong>Ao longo do caminho, foi apoiada pelo marido e pela filha do casal, que tem pouco mais de um ano, além de outros familiares. Na chegada, rasgou a fita, mas seu tempo não será oficialmente computado nem ela vai receber uma medalha da maratona de Londres –para isso, teria de ter completado a prova no mesmo dia da largada.</strong></strong></p>
<p><strong><strong>Apesar das regras e regulamentos, Claire, que tem 32 anos, não vai ficar sem sua medalha de maratonista: cerca de uma dúzia de outros corredores já ofereceram a ela suas medalhas em reconhecimento à luta da moça, que hoje trabalha como designer de joias.</strong></strong></p>
<p><strong><strong>Além de todo o esforço para controlar seu traje robótico, Claire ainda levantou fundos para a pesquisa de tratamentos para a paralisia causada por rompimento do cordão espinhal. Arrecadou na sua jornada 86 mil libras (quase R$ 270 mil).</strong></strong></p>
<p><strong><strong>“Algumas pessoas chegam a perder os movimentos dos braços e das pernas. É preciso encontrar uma cura”, disse ela.</strong></strong></p>
<p><strong><strong>Chamado ReWalk, o traje robótico que ela usou custa cerca de R$ 130 mil. Por meio de sensores de movimento e controles computadores, permite que pessoas paralíticas fiquem de pé, caminhem e até subam escadas.</strong></strong><br />
<strong><strong></strong></strong><br />
<strong><strong>Nota do Rogério Cardoso: E no futuro, todos os que tiverem problemas fisicos poderão correr e fazer esportes!</strong></strong></div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
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		<title>Depoimento Milena Dionísio &#8211; Atleta FIT LABORE</title>
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		<pubDate>Wed, 11 Apr 2012 15:43:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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Por Milena Dionísio,
&#8220;Gostaria de dar meu depoimento com relação ao que a Fit Labore e o professor Rogério tem feito por mim.
Eu sentia muitas dores pelo corpo, estava pesando 78 kgs, dormia muito mal e andava estressada. Então decidi que precisava mudar o meu estilo de vida. Comecei fazer uma ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://3.bp.blogspot.com/-RZ9iZfhFT-0/T4RGDYvT19I/AAAAAAAAApQ/QJuXtfkFCqM/s1600/MILENAANTESDEPOIS.jpg"><img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5729781649916549074" style="cursor: hand; width: 400px; height: 274px;" src="http://3.bp.blogspot.com/-RZ9iZfhFT-0/T4RGDYvT19I/AAAAAAAAApQ/QJuXtfkFCqM/s400/MILENAANTESDEPOIS.jpg" border="0" alt="" /></a></p>
<div style="text-align: center;"><span><span style="text-decoration: underline;"><br />
</span></span></div>
<p class="MsoNormal" style="text-align: left; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; line-height: normal;"><span style="font-family: Georgia, serif; font-size: 100%; text-align: justify;">Por Milena Dionísio,</span></p>
<p class="MsoNormal" style="font-family: Georgia, serif; font-size: 100%; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; line-height: normal; text-align: justify;">&#8220;Gostaria de dar meu depoimento com relação ao que a Fit Labore e o professor Rogério tem feito por mim.</p>
<p class="MsoNormal" style="font-family: Georgia, serif; font-size: 100%; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; line-height: normal; text-align: justify;">Eu sentia muitas dores pelo corpo, estava pesando 78 kgs, dormia muito mal e andava estressada. Então decidi que precisava mudar o meu estilo de vida. Comecei fazer uma dieta, fiz dois meses de dieta e perdi 400 grs, fui há uma médica fiz até exames para ver porque não emagrecia e deram todos normais, aí a médica me disse que após os 35 anos se eu só fizesse essa dieta e não fizesse exercício iria engordar um quilo por ano. Então, como a pelo menos um ano atrás, já tinha ouvido falar do trabalho do professor Rogério, em agosto de 2011 iniciamos os treinos e para minha surpresa, pois não imagina perder peso tão rápido, comecei a emagrecer peso mês a mês e hoje março de 2012 estou pesando 59 kgs, ou seja perdi 19 kgs em 07 meses, nunca mais tive dores no corpo e durmo como um anjo, isso sem falar no bem estar e disposição que a corrida me deu.</p>
<p class="MsoNormal" style="font-family: Georgia, serif; font-size: 100%; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; line-height: normal; text-align: justify;">Posso dizer que com a corrida me encontrei e hoje acho que não sei mais viver sem ela.</p>
<p class="MsoNormal" style="font-family: Georgia, serif; font-size: 100%; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; line-height: normal; text-align: justify;">Sou muito grata ao professor Rogério e a Fit Labore pelos meus treinos que me fizeram chegar ao meu objetivo.&#8221;</p>
<p class="MsoNormal" style="font-family: Georgia, serif; font-size: 100%; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; line-height: normal; text-align: justify;">
<p class="MsoNormal" style="font-family: Georgia, serif; font-size: 100%; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; line-height: normal; text-align: justify;">Mexa-se Mais, Viva Mais!</p>
<p class="MsoNormal" style="font-family: Georgia, serif; font-size: 100%; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; line-height: normal; text-align: justify;">Fit Labore Assessoria Esportiva</p>
<p class="MsoNormal" style="font-family: Georgia, serif; font-size: 100%; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; line-height: normal; text-align: justify;">
]]></content:encoded>
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		<title>Quanto tempo leva para recuperar de uma maratona?</title>
		<link>http://fitlabore.com.br/blog/?p=479</link>
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		<pubDate>Wed, 11 Apr 2012 15:40:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Assuntos Gerais]]></category>
		<category><![CDATA[depois]]></category>
		<category><![CDATA[EXERCÍCIO]]></category>
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		<category><![CDATA[voltar a correr]]></category>

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		<description><![CDATA[
Fonte: nytimes.com
Traduzido por google eRogério Cardoso.

Eu corri minha primeira maratona neste mês. Correu tudo bem, e apesar dos meus medos, eu me diverti. Eu encontrei os meus objetivos -me qualifiquei para a Maratona de Boston com quase meia hora de sobra e fiquei em segundo lugar na minha faixa etária. ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a style="font-size: 100%;" href="http://2.bp.blogspot.com/-7mN41P9CpYo/T4REUINnazI/AAAAAAAAAo4/_eKeoD3hCc4/s1600/a-marathon-poster.jpg"><img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5729779738514778930" style="display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center; cursor: hand; width: 320px; height: 240px;" src="http://2.bp.blogspot.com/-7mN41P9CpYo/T4REUINnazI/AAAAAAAAAo4/_eKeoD3hCc4/s320/a-marathon-poster.jpg" border="0" alt="" /></a></p>
<p><span>Fonte: nytimes.com</span></p>
<div><span>Traduzido por google eRogério Cardoso.<br />
</span><br />
<span style="font-size: 100%;">Eu corri minha primeira maratona neste mês. Correu tudo bem, e apesar dos meus medos, eu me diverti. Eu encontrei os meus objetivos -me qualifiquei para a Maratona de Boston com quase meia hora de sobra e fiquei em segundo lugar na minha faixa etária. Mas a grande surpresa foi o conselho do meu treinador no dia seguinte.</span></p>
<p><span style="font-size: 100%;">Levará quatro semanas para se recuperar totalmente, ele me disse. Que parecia ser um tempo muito longo.</span></p>
<p><span style="font-size: 100%;">Eu estava correndo novamente em três dias, e eu me senti melhor do que nunca,comparado a quando eu corria na semana seguinte. Quem disse que a recuperação deve levar semanas?</span></p>
<p><span style="font-size: 100%;">Como se vê, não há investigação rigorosa tanto na recuperação após o exercício extenuante.Quase não há estudos de longo prazo, e há pouco consenso sobre o que medir e como medi-la. Este aspecto do descanso está cheio de dogmas sem fundamento.</span></p>
<p><span style="font-size: 100%;">Uma noção popular diz que as milhas que corre,  é o número de dias necessários para recuperar: A corrida de 10 milhas requer uma recuperação de 10 dias. Dr. Timothy Noakes, um fisiologista do exercício na Universidade de Cape Town na África do Sul, descarta esse conselho.</span></p>
<p><span style="font-size: 100%;">&#8220;A teoria de recuperação de dias-de-milhas foi popularizado na década de 1970, mas não foi baseada em evidências científicas&#8221;, disse ele.</span></p>
<p><span style="font-size: 100%;">Hirofumi Tanaka, um fisiologista do exercício na Universidade do Texas em Austin, disse que a questão da recuperação &#8220;é uma pergunta difícil.&#8221;</span></p>
<p><span style="font-size: 100%;">&#8220;A resposta vai depender de qual elemento de recuperação você está interessado&#8221;, disse ele. &#8220;Nós temos algumas informações sobre quanto tempo leva para repor o glicogênio muscular, o combustível de energia primária durante a extenuante distância .Mas não temos idéia sobre outros elementos. &#8220;</span></p>
<p><span style="font-size: 100%;">Atletas que consomem carboidratos e, melhor ainda, algumas proteínas depois de um evento pode encher seus músculos com glicogênio dentro de 24 horas. Mas isso a curto prazo de recuperação, não em tudo o que meu treinador estava falando. Edward Coyle, um colega do Dr. Tanaka, define recuperação em termos de músculos doloridos. Em seus estudos, ele descobriu que leva cerca de uma semana para os músculos pararem de doer e para voltar a força total, uma estimativa que descreve muito bem o que aconteceu comigo.</span></p>
<p><span style="font-size: 100%;">Se seus músculos estão doloridos e você não pode correr durante vários dias ou uma semana, você recebe um &#8220;destreinamento&#8221; , o Dr. Coyle disse. Ele fez biópsias musculares de jovens antes e após uma semana de destreinamento  &#8211; abstendo-se de exercício &#8211; e examinou as mitocôndrias que são as fábricas de energia das células minúsculas.</span></p>
<p><span style="font-size: 100%;">Após uma semana de destreinamento, ele encontrou evidências que levou três semanas para recuperar plenamente a sua velocidade de corrida. Se eles não fizessem nada  durante um mês, demoraria dois meses para recuperar a sua velocidade.</span></p>
<p><span style="font-size: 100%;">Dor muscular não é tanto de um problema para os nadadores e ciclistas, Dr. Coyle disse, porque estes esportes não envolvem a principal causa de dor: as contrações excêntricas, durante o qual um músculo se alonga, como acontece quando você corre ladeira abaixo. Para os ciclistas, a questão principal de recuperação é a restauração do glicogênio muscular.</span></p>
<p><span style="font-size: 100%;">Alguns investigadores tomaram amostras de sangue de atletas e olharam para enzimas como a creatina quinase que pode indicar lesões musculares ou em proteínas associadas com a inflamação. Mas Maria Urso, um fisiologista de pesquisa do Exército dos Estados Unidos Research Institute of Environmental Medicine, disse: &#8220;Todos estes são altamente variável entre os indivíduos e não podem correlacionar com a recuperação.&#8221;</span></p>
<p><span style="font-size: 100%;">&#8220;No que diz respeito a uma medida específica para a recuperação, é provável que se tenha o maior mistério do mundo,&#8221; disse o Dr. Urso. &#8220;Há tantas mudanças fisiológicas que ocorrem quando você empurra um corpo aos seus limites que seria impossível fazer uma medida e usá-la como um padrão-ouro&#8221;.</span></p>
<p><span style="font-size: 100%;">Claro, há uma medida que amarra tudo junto: o desempenho. Mas não está claro como usar isso como um medidor de tempo para recuperação.</span></p>
<p><span style="font-size: 100%;">&#8220;Como você pode julgar a recuperação, exceto por medir o desempenho em outro exercício de forma semelhante ao que iniciou a fadiga?&#8221; Dr. Noakes disse. &#8220;Como não podemos pedir às pessoas para correr uma maratona de novo, nós nunca realmente sabeeremos quando a recuperação completa aconteceu.&#8221;</span></p>
<p><span style="font-size: 100%;">Então o Dr. Noakes conta com a experiência de grandes corredores, que lhe dizem que há um grande componente psicológico para a recuperação. Muitos maratonistas de elite correm  apenas uma ou duas corridas por ano. Depois de uma maratona, disse ele, &#8220;provavelmente leva pelo menos seis meses para a mente para se recuperar totalmente.&#8221;</span></p>
<p><span style="font-size: 100%;">Pode levar ainda mais tempo para se recuperar de corridas mais longas, na experiência do Dr. Noakes. Ele costumava correr os 90 quilômetros (55 milhas) Maratona Comrades na África do Sul. Ele precisava de um ano a 18 meses para dizer que ele  estava mentalmente pronto para fazê-la novamente.</span></p>
<p><span style="font-size: 100%;">Mas os indivíduos variar. Dra. Urso uma vez correu três maratonas, tendo apenas três meses entre cada um e de passar três semanas se recuperando de cada vez, ela ficou mais rápido a cada corrida. Ryan Hall, um dos melhores corredores dos EUA em maratona, definir como meta nos Estados Unidos a Maratona de Boston em abril passado, depois correu mais uma corrida rápida na Maratona de Chicago em outubro. Correu novamente na qualificação olímpica da maratona em janeiro e e conseguiu a vaga.</span></p>
<p><span style="font-size: 100%;">Dra. Urso informa a seus  corredores para  gastar duas a três semanas depois de uma maratona fazendo o que ela chama de uma vela inversa. Antes de uma corrida, os atletas gradualmente vão diminuindo a intensidade e a duração dos seus treinos.</span></p>
<p><span style="font-size: 100%;">Depois de uma corrida, faça-o em sentido inverso, ela sugeriu: Aos poucos, aumenta-se  com corridas que no começo não duram mais de 60 minutos.</span></p>
<p><span style="font-size: 100%;">&#8220;Gostaria de garantir que a maioria dos corredores estará de volta a sua melhor referência de desempenho dentro de duas a três semanas depois da maratona se eles seguirem um programa como o que eu falei&#8221;, disse ela.</span></p>
<p><span style="font-size: 100%;">Isso é o que estou fazendo. Meu treinador, Tom Fleming, diz que esta estratégia é baseada no que ele aprendeu a trabalhar comigo durante quatro anos e sobre as suas décadas de experiência. Ficando quase  totalmente recuperados, para ele, estar mentalmente e fisicamente pronto para atuar no seu melhor.</span></p>
<p><span style="font-size: 100%;">&#8220;Você só correr  uma maratona, e vamos ser honestos, você não correu muito,&#8221; ele me disse. &#8220;Eu diria que eu sei que você foi muito bem, e eu diria que vai demorar quatro semanas para se recuperar.&#8221;</span></p>
<p><span style="font-size: 100%;">Eu inscrevi para algumas corridas nesta primavera: uma corrida de 5 km, uma corrida de 10 quilômetros e meia maratona. A primeirovem depois de  seis semanas após a minha maratona. Eu acho que eu nunca vou saber se eu realmente precisava de quatro semanas para recuperação.</span></p>
</div>
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		<title>Cardíacos desconhecem gorduras que fazem bem à saúde</title>
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		<pubDate>Wed, 11 Apr 2012 15:37:02 +0000</pubDate>
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Fonte:uol.com
Pesquisa aponta que 55% dos pacientes desconsideraram a gordura insaturada que é indicada para a boa saúde do coração.
A maioria dos pacientes cardíacos não conhece os tipos de gorduras que fazem bem à saúde. É o que mostra pesquisa realizada no hospital estadual que é referência tem cardiologia, Dante Pazzanese.
O ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a style="font-style: normal; font-weight: normal; font-size: 100%;" href="http://2.bp.blogspot.com/-UsiLAIKHZb4/T4Q921xM_KI/AAAAAAAAAos/CnS0WTSlXGU/s1600/Gorduras-boas1.jpg"><img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5729772638277794978" style="display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center; cursor: hand; width: 290px; height: 251px;" src="http://2.bp.blogspot.com/-UsiLAIKHZb4/T4Q921xM_KI/AAAAAAAAAos/CnS0WTSlXGU/s320/Gorduras-boas1.jpg" border="0" alt="" /></a></p>
<p><span style="font-style: normal; font-weight: normal;">Fonte:uol.com</span></p>
<p><span style="font-style: normal; font-size: 100%;"><strong>Pesquisa aponta que 55% dos pacientes desconsideraram a gordura insaturada que é indicada para a boa saúde do coração.</strong></span></p>
<p><span style="font-style: normal; font-weight: normal; font-size: 100%;">A maioria dos pacientes cardíacos não conhece os tipos de gorduras que fazem bem à saúde. É o que mostra pesquisa realizada no hospital estadual que é referência tem cardiologia, Dante Pazzanese.</span></p>
<p><span style="font-style: normal; font-size: 100%;"><strong>O levantamento foi realizado com 600 pacientes em tratamento na instituição e também revelou que 67% não têm como hábito ler os rótulos dos alimentos.</strong></span></p>
<p><span style="font-style: normal; font-weight: normal; font-size: 100%;">Entre os tipos de gorduras que fazem mal à saúde, a trans e a saturada são as mais conhecidas, sendo consideradas ruins por 81,5% dos entrevistados.</span></p>
<p><span style="font-style: normal; font-weight: normal; font-size: 100%;">Já entre os tipos que fazem bem, 55% dos pacientes desconsideraram a gordura insaturada que é até mesmo indicada para a boa saúde do coração.</span></p>
<p><span style="font-style: normal; font-size: 100%;"><strong>Outro equívoco muito comum é em relação aos alimentos fontes de gordura. Assim como a bolacha recheada e a manteiga, que foram apontadas corretamente como alimentos menos saudáveis, a maionese também foi tida como um alimento rico em colesterol e gorduras ruins pela maioria dos entrevistados, o que não é verdade.</strong></span></p>
<p><span style="font-style: normal; font-weight: normal; font-size: 100%;">Outro alimento que Daniel Magnoni, médico da Divisão de Nutrição Clínica do Dante Pazzanese e coordenador da pesquisa, mostrou que os pacientes desconhecem as propriedades é a maionese.</span></p>
<p><span style="font-style: normal; font-weight: normal; font-size: 100%;">O “spread” possui um perfil nutricional bom porque é fonte de gorduras poli-insaturadas, não contém gordura trans e oferece baixo teor de colesterol.</span></p>
<p><span style="font-style: normal; font-weight: normal; font-size: 100%;">Além da maionese, outro alimento apontado erroneamente por 65,5% dos pacientes como fonte de colesterol e por 60% com excesso de gordura ruins foi o Ketchup, que por ser produzido a partir de tomates, não possui gorduras.</span></p>
<p><span style="font-weight: normal; font-size: 100%;"><em>Magnoni acredita que a pesquisa foi útil para perceber que a maioria dos pacientes que precisam de uma alimentação adequada porque tratam problemas de saúde, como pressão alta, diabetes, obesidade e colesterol elevado, não sabem quais são os tipos de gorduras mais saudáveis, tampouco os alimentos que podem ser consumidos.</em></span></p>
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		<title>Depoimento Sylvana Delicato</title>
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		<pubDate>Wed, 28 Mar 2012 16:17:43 +0000</pubDate>
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A cliente Sylvana Delicato, que iniciou com sua filha as atividades de Personal Trainer deixou um depoimento sobre como é ser parte da FIT LABORE e usar os serviços que a FIT LABORE disponibiliza. A professora Mariana Orsolini é a professora que atua com a Sylvana e leia seu depoimento!
Mexa-se ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://1.bp.blogspot.com/-J0Xl08W_G24/T3M4mZB-VzI/AAAAAAAAAnU/INeje9z2MLw/s1600/syl.jpg"><img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5724981783523383090" style="display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center; cursor: hand; width: 320px; height: 212px;" src="http://1.bp.blogspot.com/-J0Xl08W_G24/T3M4mZB-VzI/AAAAAAAAAnU/INeje9z2MLw/s320/syl.jpg" border="0" alt="" /></a></p>
<div><span style="line-height: normal; font-size: 100%;"><br />
</span></div>
<div><span style="line-height: normal; font-size: 100%;"><br />
</span></div>
<p><span style="line-height: normal; font-size: 100%;">A cliente Sylvana Delicato, que iniciou com sua filha as atividades de Personal Trainer deixou um depoimento sobre como é ser parte da FIT LABORE e usar os serviços que a FIT LABORE disponibiliza. A professora Mariana Orsolini é a professora que atua com a Sylvana e leia seu depoimento!</span></p>
<div style="line-height: normal; font-size: 100%; font-family: Georgia, serif;">Mexa-se Mais, Viva Mais!</div>
<div style="line-height: normal; font-size: 100%; font-family: Georgia, serif;">FIT LABORE ASSESSORIA ESPORTIVA</div>
<div style="line-height: normal; font-size: 100%; font-family: Georgia, serif;"></div>
<div style="line-height: normal; font-size: 100%; font-family: Georgia, serif;">Depoimento de Sylvana Delicato!</div>
<div style="line-height: normal; font-size: 100%; font-family: Georgia, serif;"></div>
<div style="line-height: normal;"></div>
<p><span style="line-height: 14px; background-color: #ffffff;"><span>&#8220;Quando eu comecei a fazer aula particulares (personal trainer) com a Mariana, eu não conseguia sequer sentar e </span></span><span style="line-height: 14px;">levantar do chão sem ter que me apoiar muito (tenho artrite psoriática), não conseguia fazer movimentos</span><span style="line-height: 14px; background-color: #ffffff;"><span><br />
</span></span><span><span style="line-height: 14px; background-color: #ffffff;"><span>simples </span></span></span><span style="font-family: 'times new roman'; background-color: #ffffff; line-height: 14px;">com agachar, sentar e levantar rápido sem apoio. Hoje faço tudo isso sozinha, posso até sentar na areia </span><span style="font-family: 'times new roman'; background-color: #ffffff; line-height: 14px;">para </span><span style="font-family: 'times new roman'; background-color: #ffffff; line-height: 14px;">brincar com minha filha! Isso é uma conquista e tanto. Obrigada Má!&#8221;</span></p>
<div style="line-height: normal;"><span style="font-family: 'times new roman'; background-color: #ffffff; color: #333333; line-height: 14px;"><br />
</span></div>
<div style="line-height: normal;"><span style="font-family: 'times new roman'; background-color: #ffffff; color: #333333; line-height: 14px;"><br />
</span></div>
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		<title>Michael Pollan &#8211; Regras da Comida</title>
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		<pubDate>Wed, 28 Mar 2012 16:02:35 +0000</pubDate>
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Hoje eu irei falar sobre um livro que eu recebi ontem de minha cliente de Personal, Michele Novembre. Um cara que eu nunca tinha ouvido falar, e que  como sou interessado em tudo o que possa tornar as pessoas mais saudáveis, ela indicou este livro falando que eu ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://1.bp.blogspot.com/-aX1N9ilnOfo/T3M0ZyoQ-oI/AAAAAAAAAnI/OHOkiMf4N_8/s1600/michael%2Bpollan.jpg"><img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5724977169010064002" style="display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center; cursor: hand; width: 400px; height: 400px;" src="http://1.bp.blogspot.com/-aX1N9ilnOfo/T3M0ZyoQ-oI/AAAAAAAAAnI/OHOkiMf4N_8/s400/michael%2Bpollan.jpg" border="0" alt="" /></a></p>
<div><span><span style="font-size: 100%;"><br />
</span></span></div>
<p><span><span style="font-size: 100%;"> </span></span></p>
<div><span><span style="font-size: 100%;"><br />
</span></span></div>
<p>Hoje eu irei falar sobre um livro que eu recebi ontem de minha cliente de Personal, Michele Novembre. Um cara que eu nunca tinha ouvido falar, e que  como sou interessado em tudo o que possa tornar as pessoas mais saudáveis, ela indicou este livro falando que eu ia adorar. O livro simplesmente ficou 30 semanas na lista de mais vendidos no THE NEW YORK TIMES, e o cara já fez TED, já fez palestras pelo mundo e escreveu 3 livros entre eles, este: <a href="http://www.americanas.com.br/produto/7281169/livros/medicinaesaude/nutricao/livro-regras-da-comida-um-manual-da-sabedoria-alimentar">REGRAS DA COMIDA</a>.</p>
<div><span><span style="font-size: 100%;">Comecei a ler quando fui deitar, e já devorei metade do livro em menos de 2 horas. O livro é pequeno, mas como o </span>próprio<span style="font-size: 100%;"> titulo fala, é uma manual da sabedoria alimentar, que ele explica como, quanto e de que forma devemos comer. Linguagem simples, cheio de dicas e de fácil leitura. </span>Recomendadíssimo<span style="font-size: 100%;">, e hoje mesmo eu já termino de ler este. Abaixo coloco uma entrevista que ele concedeu a Veja há um tempo atrás. Boa Leitura!</span></span></div>
<div><span><span style="font-size: 100%;"><br />
</span></span></div>
<div>
<p class="revistasTituloBox" style="font-family: Georgia; font-size: 18px; font-weight: bold; color: #996600; line-height: 20px; text-align: -webkit-auto; background-color: #ffffff;">Fonte:veja.com</p>
<p class="revistasTituloBox" style="font-family: Georgia; font-size: 18px; font-weight: bold; color: #996600; line-height: 20px; text-align: -webkit-auto; background-color: #ffffff;">“Saudável é a comida da mãe”</p>
<p style="color: #333333; font-family: Arial; font-size: 13px; line-height: 16px; text-align: -webkit-auto; background-color: #ffffff;"><span class="revistasCorpo" style="font-family: Verdana;"><span class="revistasCorpo"><span class="revistasCorpo"><img src="http://veja.abril.com.br/idade/exclusivo/300408/imagens/micahel-pollan.jpg" border="1" alt="" hspace="10" width="200" height="280" align="right" />O ensaísta americano Michael Pollan, de 53 anos, é autor do livro há mais tempo na lista dos mais vendidos do jornal americano <em>The New York Times</em>: está há quinze semanas entre os primeiros colocados. <em>In Defense of Food</em></span> (<em>Em Defesa da Comida</em>) é a mais recente de suas obras sobre a indústria alimentar. Seu livro anterior,<em>O Dilema do Onívoro</em>, publicado no Brasil pela Editora Intrínseca, é outro best-seller sobre o tema. Pollan é radical em sua aversão aos exageros da ciência da nutrição. Ele diz que a humanidade está negativamente obcecada pelos benefícios da alimentação à saúde e que não deveríamos nos pautar unicamente pelos conselhos dos nutricionistas na hora de decidir o que comer. Pollan deu a seguinte entrevista ao repórter Thomaz Favaro de sua casa, na Califórnia:</span></span></p>
<p style="color: #333333; font-family: Arial; font-size: 13px; line-height: 16px; text-align: -webkit-auto; background-color: #ffffff;"><span class="revistasCorpo" style="font-family: Verdana;"><span class="revistasCorpo"><span class="revistasCorpo"><strong>Veja –</strong> <em>Por que é cada vez mais complicado decidir o que almoçar?<br />
</em></span></span></span><span class="revistasCorpo" style="font-family: Verdana;"><span class="revistasCorpo"><span class="revistasCorpo"><strong>Pollan –</strong> Atualmente, os alimentos são vendidos apenas com base em seus benefícios para a saúde: um é capaz de reduzir seu colesterol, outro tem muitas fibras. Os nutrientes tornaram-se mais importantes que a comida em si. O alimento é apenas um intermediário na entrega destas substâncias. Como os nutrientes são invisíveis para todos, exceto para o cientista e seu microscópio, escolher o que comer tornou-se uma decisão para profissionais, e não para amadores. Tem-se a impressão de que é necessário ter um diploma de bioquímica para tal escolha, o que não é correto. Além disso, as mensagens científicas com relação à comida são muito confusas. Há muita divergência entre nutricionistas sobre o que é ou não saudável.</span></span></span></p>
<p style="color: #333333; font-family: Arial; font-size: 13px; line-height: 16px; text-align: -webkit-auto; background-color: #ffffff;"><span class="revistasCorpo" style="font-family: Verdana;"><span class="revistasCorpo"><span class="revistasCorpo"></span></span></span><span class="revistasCorpo" style="font-family: Verdana;"><span class="revistasCorpo"><span class="revistasCorpo"><strong>Veja –</strong> O <em>senhor afirma que estamos vivendo a “era do nutricionismo”. O que quer dizer com isso?<br />
</em></span></span></span><span class="revistasCorpo" style="font-family: Verdana;"><span class="revistasCorpo"><span class="revistasCorpo"><strong>Pollan –</strong> Nutricionismo é a atual ideologia em torno da comida. O nutricionismo parte de alguns pressupostos, muitos dos quais nós compartilhamos sem perceber. Acreditamos, por exemplo, na possibilidade de dividir o mundo em nutrientes bons e ruins. Os ruins precisam ser removidos da comida, enquanto os bons, quanto mais, melhor. Atualmente o bom é o ômega-3 e o ruim é a gordura trans, mas isto muda constantemente ao longo da história. Cem anos atrás, as proteínas eram os nutrientes ruins, que deveriam ser substituídos por carboidratos. Outra premissa é que comemos para manter a saúde. Alimentamo-nos para melhorar ou piorar nossa saúde, e apenas isto. Na verdade, comemos pelas mais diversas razões: por prazer, para socializar com os amigos, para participar de rituais familiares e até para demonstrar nossa identidade cultural e religiosa. A saúde é só uma das razões, e por isso não pode se tornar nosso único parâmetro de escolha dos alimentos.</span></span></span></p>
<p style="color: #333333; font-family: Arial; font-size: 13px; line-height: 16px; text-align: -webkit-auto; background-color: #ffffff;"><span class="revistasCorpo" style="font-family: Verdana;"><span class="revistasCorpo"><span class="revistasCorpo"></span></span></span><span class="revistasCorpo" style="font-family: Verdana;"><span class="revistasCorpo"><span class="revistasCorpo"><strong>Veja –</strong> <em>Há muitos alimentos que, como o ovo, eram considerados vilões da saúde e hoje foram reabilitados pela ciência. Por que é tão difícil encontrar um consenso entre nutricionistas?</em><br />
</span></span></span><span class="revistasCorpo" style="font-family: Verdana;"><span class="revistasCorpo"><span class="revistasCorpo"><strong>Pollan –</strong> Os nutricionistas têm uma tarefa muito difícil. É muito complicado entender o que se passa no fundo da alma de uma cenoura ou de um ovo. Estas comidas são mais do que a soma de seus nutrientes, são verdadeiros sistemas com relações complexas entre si. Quando se isola um nutriente da comida para ver como funciona, ele não se comporta da mesma maneira que dentro do alimento. Eis um exemplo: o betacaroteno, nutriente presente na cenoura, é um antioxidante que se converte em vitamina A. Quando extraído da cenoura e ingerido em forma de pílula, não funciona. Também sabemos pouco sobre o outro lado da cadeia alimentar —  o corpo humano. Ainda não se conhece muitos aspectos da digestão humana, como funciona exatamente nosso metabolismo ou como o corpo reage a diferentes açúcares. A nutrição é uma ciência nova e imperfeita, e por isto não deveríamos nos apoiar unicamente nela para escolher nossos alimentos. A nutrição está na mesma posição que a cirurgia no século XVII: é uma ciência jovem e promissora, mas você não quer ser sua cobaia.</span></span></span></p>
<p style="color: #333333; font-family: Arial; font-size: 13px; line-height: 16px; text-align: -webkit-auto; background-color: #ffffff;"><span class="revistasCorpo" style="font-family: Verdana;"><span class="revistasCorpo"><span class="revistasCorpo"></span></span></span><span class="revistasCorpo" style="font-family: Verdana;"><span class="revistasCorpo"><span class="revistasCorpo"><strong>Veja –</strong> <em>Quais as dificuldades dos estudos de nutrição atuais?<br />
</em></span></span></span><span class="revistasCorpo" style="font-family: Verdana;"><span class="revistasCorpo"><span class="revistasCorpo"><strong>Pollan –</strong> É muito difícil estudar as propriedades dos nutrientes dentro de um contexto. Não comemos apenas nutrientes, fazemos refeições completas. Comer tomate com azeite é diferente de comê-lo sozinho, pois o azeite aumenta a quantidade de antioxidantes do tomate que o organismo é capaz de absorver. Além da combinação de alimentos, é preciso levar em conta a quantidade de exercício que uma pessoa pratica, seu estilo de vida, sua cultura. São estudos muito complexos. Cortadores de cana em Cuba comem 6<span style="font-size: 9pt; color: white;">.</span>000 calorias por dia, a maior parte puro açúcar. Isso faria de qualquer um de nós diabético, mas eles não ficam doentes. Não ficam sequer gordos, pois estão queimando todo este açúcar no trabalho. Outro problema ao estudar a alimentação de populações é que é difícil conseguir respostas honestas dos entrevistados. Se você der um questionário para uma pessoa escrever o que ela comeu nos últimos três meses, ela não vai se lembrar de tudo e vai mentir. As pessoas se esquecem do que comeram.</span></span></span></p>
<p style="color: #333333; font-family: Arial; font-size: 13px; line-height: 16px; text-align: -webkit-auto; background-color: #ffffff;"><span class="revistasCorpo" style="font-family: Verdana;"><span class="revistasCorpo"><span class="revistasCorpo"></span></span></span><span class="revistasCorpo" style="font-family: Verdana;"><span class="revistasCorpo"><span class="revistasCorpo"><strong>Veja –</strong> <em>Nós possuímos instintos naturais de seleção dos alimentos?<br />
</em></span></span></span><span class="revistasCorpo" style="font-family: Verdana;"><span class="revistasCorpo"><span class="revistasCorpo"><strong>Pollan –</strong> Sim, há testes que comprovam isso. Foram entregues a crianças dez tipos diferentes de alimentos integrais, in natura</span>. Algumas vezes elas comiam apenas um tipo de alimento o dia todo, mas ao longo de uma semana, estas crianças, usando apenas seus instintos naturais, construíram uma dieta muito saudável. É uma prova de que em algum lugar, perdido no meio deste turbilhão de informações sobre o que devemos comer, possuímos instintos naturais para escolher nossos alimentos. Usamos o olfato para saber se a comida está estragada. Comidas muito amargas também não nos apetecem, justamente porque a maioria das toxinas têm esse sabor. A maioria de nós percebe que comer fast-food em grandes quantidades nos faz sentir mal depois. Nós temos instintos, mas está difícil confiar neles, sobretudo depois de tanta exposição ao sal e açúcar. </span></span><span class="revistasCorpo" style="font-family: Verdana;"><span class="revistasCorpo"><span class="revistasCorpo"> </span></span></span></p>
<p style="color: #333333; font-family: Arial; font-size: 13px; line-height: 16px; text-align: -webkit-auto; background-color: #ffffff;"><span class="revistasCorpo" style="font-family: Verdana;"><span class="revistasCorpo"><span class="revistasCorpo"><strong>Veja –</strong> <em>Por quê?<br />
</em></span></span></span><span class="revistasCorpo" style="font-family: Verdana;"><span class="revistasCorpo"><span class="revistasCorpo"><strong>Pollan –</strong> Atualmente é muito fácil manipulá-los. Biologicamente, estamos condicionados a açúcar e gordura. Quando se coletava alimentos diretamente da natureza, isto não era um problema. Há poucas fontes de doces disponíveis além de mel e frutas maduras. No passado, só era possível conseguir gordura animal depois de uma boa caçada, o que não acontecia todo dia. Mas com a agricultura e a pecuária modernas, dar açúcar e gordura para as pessoas tornou-se fácil demais. Os alimentos processados e fast-foods</span> contêm níveis altíssimos de açúcar, gordura e sal. Os cientistas da comida também podem criar substâncias que mentem para o nosso corpo, como adoçantes e gorduras artificiais. A manipulação dos alimentos torna mais difícil confiar em nossos instintos.</span></span><span class="revistasCorpo" style="font-family: Verdana;"><span class="revistasCorpo"><span class="revistasCorpo"></span></span></span></p>
<p style="color: #333333; font-family: Arial; font-size: 13px; line-height: 16px; text-align: -webkit-auto; background-color: #ffffff;"><span class="revistasCorpo" style="font-family: Verdana;"><span class="revistasCorpo"><span class="revistasCorpo"><strong>Veja –</strong> <em>Há 50 anos, não havia tanta informação detalhada a respeito de nossas comidas, mas também não tínhamos tantos problemas de saúde relacionados à alimentação. Estamos mais inteligentes ou mais burros em relação à nutrição?<br />
</em></span></span></span><span class="revistasCorpo" style="font-family: Verdana;"><span class="revistasCorpo"><span class="revistasCorpo"><strong>Pollan –</strong> Um pouco de cada. Um dos principais guias sobre o que nós deveríamos comer é a cultura, que na verdade é só uma palavra rebuscada para referir-se a nossas mães. É através das mães que a sabedoria da comida é transmitida através das gerações. Nós atualmente rejeitamos a culinária em nome desta dieta pseudocientífica, e passamos a ouvir cientistas e vendedores de comida ao invés de nossas mães. Ignorar nossa cultura alimentar é uma burrice. Quando eu era pequeno, cientistas e o governo americano diziam que manteiga era ruim para a saúde e margarina fazia bem, por ser uma gordura vegetal. Minha mãe, a contragosto, resolveu ouvir a sabedoria deles e nos deu margarina. Ela dizia que eles estavam errados, mas nós dávamos risada. Hoje a ciência provou que ela estava certa. Quando se interpreta a cultura como uma história da carochinha, corre-se o risco de perder conhecimentos importantes. Porém nem tudo foi perdido: nós realmente aprendemos algo com os estudos acadêmicos. A ciência da nutrição não é uma perda de tempo. Há muitas coisas que sabemos sobre composição dos alimentos e sobre metabolismo que nós não conhecíamos há cinqüenta anos. Muito desse aprendizado está justamente comprovando que a sabedoria popular estava certa.</span></span></span><span class="revistasCorpo" style="font-family: Verdana;"><span class="revistasCorpo"><span class="revistasCorpo"></span></span></span></p>
<p style="color: #333333; font-family: Arial; font-size: 13px; line-height: 16px; text-align: -webkit-auto; background-color: #ffffff;"><span class="revistasCorpo" style="font-family: Verdana;"><span class="revistasCorpo"><span class="revistasCorpo"><strong>Veja –</strong> <em>De qual culinária estamos falando? Japonesa, francesa, italiana, brasileira?<br />
</em></span></span></span><span class="revistasCorpo" style="font-family: Verdana;"><span class="revistasCorpo"><span class="revistasCorpo"><strong>Pollan –</strong> Não importa. Não existe algo como uma culinária típica maléfica: ela não teria durado até hoje se não mantivesse as pessoas vivas e saudáveis. Qualquer comida tradicional é melhor que a moderna dieta ocidental. As pessoas podem escolher de acordo com a sua preferência. Mas atenção: ir a um restaurante japonês ou francês não é garantia de que você estará comendo a comida tradicional do país. Em muitos lugares, serve-se a comida dos banquetes, que é diferente do que aquela nacionalidade come cotidianamente. Muito do que achamos que é comida chinesa são pratos servidos em ocasiões especiais, pois são repletos de carne.</span></span></span><span class="revistasCorpo" style="font-family: Verdana;"><span class="revistasCorpo"><span class="revistasCorpo"></span></span></span></p>
<p style="color: #333333; font-family: Arial; font-size: 13px; line-height: 16px; text-align: -webkit-auto; background-color: #ffffff;"><span class="revistasCorpo" style="font-family: Verdana;"><span class="revistasCorpo"><span class="revistasCorpo"><strong>Veja –</strong> <em>Há cada vez mais produtos disponíveis nas prateleiras dos supermercados. Temos realmente mais tipos de comida disponíveis?<br />
</em></span></span></span><span class="revistasCorpo" style="font-family: Verdana;"><span class="revistasCorpo"><span class="revistasCorpo"><strong>Pollan –</strong> Sim e não. É fato que atualmente podemos encontrar diferentes frutas e vegetais do mundo todo no supermercado, muito mais do que encontraríamos cinqüenta anos atrás. Por outro lado, ao analisar as fontes de calorias, nota-se que a nossa dieta está menos diversificada. Mais de dois terços das calorias consumidas diariamente vêm de apenas quatro vegetais: milho, soja, trigo e arroz. Um século atrás, havia maior diversidade. Esta aparente diversidade no supermercado obscurece a realidade de que a diversidade de nossa dieta vem encolhendo.</span></span></span><span class="revistasCorpo" style="font-family: Verdana;"><span class="revistasCorpo"><span class="revistasCorpo"> </span></span></span></p>
<p style="color: #333333; font-family: Arial; font-size: 13px; line-height: 16px; text-align: -webkit-auto; background-color: #ffffff;"><span class="revistasCorpo" style="font-family: Verdana;"><span class="revistasCorpo"><span class="revistasCorpo"><strong>Veja –</strong> <em>A comida recebe cada vez mais poderes de definição sobre nosso humor e caráter. Estamos colocando propriedades mágicas nos alimentos?<br />
</em></span></span></span><span class="revistasCorpo" style="font-family: Verdana;"><span class="revistasCorpo"><span class="revistasCorpo"><strong>Pollan –</strong> A comida tem, de fato, uma dimensão espiritual. É uma maneira de conectar-se com o mundo, com as outras espécies com as quais convivemos e também com outros seres humanos. Uma comunhão acontece toda vez que se faz uma refeição com a família ou amigos. Mas há uma obsessão em obter os nutrientes corretos, e uma percepção errônea de que basta comer a comida correta que tudo estará bem com você e o mundo todo. Não é tão simples assim. Precisamos voltar a nos preocupar com toda a cadeia produtiva dos alimentos e não ficarmos obcecados com este ou aquele nutriente. A manutenção da saúde deve ser apenas uma conseqüência, e não o objetivo de comer bem. É claro que se você está doente, a comida pode ser um excelente remédio. Mudanças na dieta podem ter um enorme efeito em sua saúde. Mas a maioria de nós não está doente, então não precisamos nos preocupar tanto com isso. Há um distúrbio alimentar chamado ortorexia, que é a obsessão por alimentar-se de maneira saudável. Acho que muitas pessoas atualmente sofrem com este mal.</span></span></span><span class="revistasCorpo" style="font-family: Verdana;"><span class="revistasCorpo"><span class="revistasCorpo"> </span></span></span></p>
<p style="color: #333333; font-family: Arial; font-size: 13px; line-height: 16px; text-align: -webkit-auto; background-color: #ffffff;"><span class="revistasCorpo" style="font-family: Verdana;"><span class="revistasCorpo"><span class="revistasCorpo"><strong>Veja –</strong> <em>Como a industrialização dos alimentos mudou nossa relação com a comida?<br />
</em></span></span></span><span class="revistasCorpo" style="font-family: Verdana;"><span class="revistasCorpo"><span class="revistasCorpo"><strong>Pollan –</strong> Nós não sabemos mais de onde vem nossa comida. A cadeia é tão grande que muita gente acha que a comida vem do supermercado. Muitas crianças hoje não entendem que a cenoura é uma raiz. Elas se perguntam de que parte da planta são estes pedaços laranjas dentro de um saco plástico. A indústria alimentar nos desconectou do fato de que dependemos destas outras espécies, com as quais compartilhamos o planeta, para sobreviver.</span></span></span></p>
<p style="color: #333333; font-family: Arial; font-size: 13px; line-height: 16px; text-align: -webkit-auto; background-color: #ffffff;">
<p style="color: #333333; font-family: Arial; font-size: 13px; line-height: 16px; text-align: -webkit-auto; background-color: #ffffff;"><span class="revistasCorpo" style="font-family: Verdana;"><span class="revistasCorpo"><span class="revistasCorpo"><strong>Veja –</strong> <em>Quais são as conseqüências desta desconexão?<br />
</em></span></span></span><span class="revistasCorpo" style="font-family: Verdana;"><span class="revistasCorpo"><span class="revistasCorpo"><strong>Pollan –</strong> Nós entregamos a preparação dos alimentos para empresas de grande escala. Isto pode ser conveniente, pode nos ajudar a conseguir uma hora a mais na frente da televisão ou da internet, mas estas empresas não cozinham bem. Elas usam muito sal, gordura e açúcar. A comida se torna altamente calórica e não tão nutritiva. A conseqüência é que nos tornamos mais vulneráveis. Somos vítimas mais fáceis das manipulações dos alimentos fast-food</span> e das propagandas de dietas milagrosas. É uma das razões pela qual nós temos tantos problemas de saúde relacionados à alimentação. Não confiamos mais em nossas tradições, não sabemos mais como cozinhar. Precisamos tomar de volta a decisão sobre nossas escolhas alimentares e sobre a preparação das refeições.</span></span></p>
</div>
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		<title>Exercícios durante a gravidez fazem bem para o bebê</title>
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		<pubDate>Sun, 11 Mar 2012 22:49:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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FONTE:Portal da Educação Fisica
Praticar atividade física durante a gravidez não é benéfico apenas para as gestantes, mas também para o bebê.

Um estudo neozeolandês publicado no Journal of Clinical Endocrinology comprovou que o exercício praticado pela futura mamãe também traz benefícios ao bebê que ela espera.
O simples andar de bicicleta durante ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://2.bp.blogspot.com/-C1muzcwtFak/T10oNWIJEpI/AAAAAAAAAls/TGnfVdtdOKo/s1600/GRAVID1.jpg" style="font-weight: normal; "><img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 400px; height: 247px;" src="http://2.bp.blogspot.com/-C1muzcwtFak/T10oNWIJEpI/AAAAAAAAAls/TGnfVdtdOKo/s400/GRAVID1.jpg" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5718771311573537426" /></a></p>
<p style="font-weight: normal; margin-top: 15px; margin-right: 0px; margin-bottom: 15px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; border-image: initial; color: rgb(51, 51, 51); font-family: Georgia, Cambria, 'Times New Roman', Times, serif; line-height: 20px; text-align: -webkit-auto; background-color: rgb(255, 255, 255); "><span style="font-size: x-small; ">FONTE:Portal da Educação Fisica</span></p>
<p style="margin-top: 15px; margin-right: 0px; margin-bottom: 15px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; border-image: initial; color: rgb(51, 51, 51); font-family: Georgia, Cambria, 'Times New Roman', Times, serif; font-size: 14px; line-height: 20px; text-align: -webkit-auto; background-color: rgb(255, 255, 255); "><b>Praticar atividade física durante a gravidez não é benéfico apenas para as gestantes, mas também para o bebê.</b></p>
<p style="margin-top: 15px; margin-right: 0px; margin-bottom: 15px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; border-image: initial; color: rgb(51, 51, 51); font-family: Georgia, Cambria, 'Times New Roman', Times, serif; font-size: 14px; line-height: 20px; text-align: -webkit-auto; background-color: rgb(255, 255, 255); ">
Um estudo neozeolandês publicado no Journal of Clinical Endocrinology comprovou que o exercício praticado pela futura mamãe também traz benefícios ao bebê que ela espera.</p>
<p>O simples andar de bicicleta durante cinco vezes por semana pode diminuir o peso do bebê em até 150 gramas. Além disso, a prática de um esporte é suficiente para reduzir os riscos de obesidade e outros problemas de saúde na criança.</p>
<p><b>Os exercícios aeróbicos alteram o ambiente materno e o estímulo nutricional do feto, resultando em redução do peso do bebê, dizem os especialistas.</b></p>
<p>Eles chegaram a essa conclusão depois de dividir 84 grávidas em dois grupos. O primeiro deles praticou sessões de 40 minutos em bicicleta ergométrica até a 36ª semana de gestação.</p>
<p><b>O outro grupo não praticou nenhum exercício físico. A conclusão foi que as grávidas do primeiro grupo deram à luz bebês menores e mais magros.</b></p>
<p>Ou seja, o peso e o tamanho do recém-nascido estão associados ao risco de obesidade. De acordo com os estudiosos, uma modesta redução nessas medidas pode trazer benefícios a longo prazo para a criança.</p>
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		<title>Cientistas descobrem o mínimo possível de atividade física para você entrar em forma</title>
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		<pubDate>Mon, 27 Feb 2012 13:57:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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Fonte:gizmodo.com
Se alguém disser que, quando se trata de exercício, você precisa fazer pouco mas sempre, diga que não: dá pra fazer pouco, se o exercício for bem intenso.
Nós todos sabemos que precisamos nos exercitar para ficarmos saudáveis e em boa forma, mas às vezes é difícil arranjar tempo para isso. ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a style="font-style: normal; font-weight: normal; font-size: 100%;" href="http://4.bp.blogspot.com/-dWHS2sLKkuU/T0uKkdKt-8I/AAAAAAAAAlg/2fJQpqJHpRk/s1600/minimo%2Bexercicio.jpg"><img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5713812911159114690" style="display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center; cursor: hand; width: 400px; height: 224px;" src="http://4.bp.blogspot.com/-dWHS2sLKkuU/T0uKkdKt-8I/AAAAAAAAAlg/2fJQpqJHpRk/s400/minimo%2Bexercicio.jpg" border="0" alt="" /></a></p>
<p><span style="font-style: normal; font-weight: normal;">Fonte:gizmodo.com</span></p>
<p><span style="font-style: normal; font-size: 100%;">Se alguém disser que, quando se trata de exercício, você precisa fazer pouco mas sempre, diga que não: <strong>dá pra fazer pouco, se o exercício for bem intenso.</strong></span></p>
<p><span style="font-weight: normal; font-size: 100%;">Nós todos sabemos que precisamos nos exercitar para ficarmos saudáveis e em boa forma, mas às vezes é difícil arranjar tempo para isso. Não se preocupe: cientistas descobriram o mínimo possível de exercício que você precisa fazer para entrar em forma.<em> O New York Times informa que um grupo de pesquisadores está estudando saúde e bem-estar de forma completamente diferente, investigando o mínimo de exercício que realmente precisamos.</em> E pelo visto, se você estiver disposto a se esforçar bastante durante o exercício, você provavelmente não precisa de tanto quanto imagina. </span><span style="font-size: 100%;"><strong>A maioria dos esportistas de nível mundial se exercitam em intervalos: atividade física vigorosa, porém rápida, intercalada com períodos de repouso. Inspirados por isto, pesquisadores da McMaster University, no Canadá, desenvolveram uma versão de treinamento de alta intensidade com intervalos. </strong></span></p>
<p><span style="font-style: normal; font-weight: normal; font-size: 100%;">Ele envolve um minuto de exercício intenso – pedalar em bicicleta ergométrica ou correr – a cerca de 90% da batimento cardíaco máximo, seguido por um minuto de descanso. </span><span style="font-style: normal; font-size: 100%;"><strong>Assim, você repetiria o processo por dez vezes, ou seja, seriam 20 minutos de exercício (10 de atividade, 10 de descanso) a ser feito apenas duas vezes por semana. </strong></span><span style="font-style: normal; font-weight: normal; font-size: 100%;"> Mas será que duas sessões por semana deixam você em forma? Bem, apesar da natureza pouco frequente do exercício, os pesquisadores mostraram que, depois de semanas de prática, tanto voluntários fora de forma como pacientes com problemas cardíacos que participaram do estudo mostraram melhoras significativas na saúde e forma física. Os pesquisadores dizem que: </span></p>
<p><span style="font-size: 100%;"><em><strong>Um conjunto crescente de evidências demonstra que treinamentos de alta intensidade com intervalos pode servir como uma alternativa efetiva ao treinamento tradicional baseado em resistência, incluindo adaptações fisiológicas semelhantes ou mesmo superiores em indivíduos saudáveis e populações com doenças, pelo menos quando comparados em uma base de mesmo esforço.</strong></em></span></p>
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		<title>Hierarquia do emagrecimento&#8230;.</title>
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		<pubDate>Thu, 16 Feb 2012 14:30:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Assuntos Gerais]]></category>
		<category><![CDATA[Nutrição]]></category>
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Fonte:http://ligadasaude.blogspot.com/2012/02/hierarquia-do-emagrecimento.html
Texto:Rogério Cardoso
Tenho durante os meus últimos 10 anos treinado pessoas que buscam os meus serviços essencialmente e na maioria das vezes para a perda de gordura corporal. Ao longo dos anos, novas pesquisas cientificas tem mostrado como este efeito pode ser potencializado pela alta demanda do publico que busca isso.
Com ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://2.bp.blogspot.com/--Ro25WkKPnw/Tz0NXgFIhBI/AAAAAAAAAlQ/VMpLRBwYyBw/s1600/emag.jpg"><img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5709734599975273490" style="display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center; cursor: hand; width: 348px; height: 400px;" src="http://2.bp.blogspot.com/--Ro25WkKPnw/Tz0NXgFIhBI/AAAAAAAAAlQ/VMpLRBwYyBw/s400/emag.jpg" border="0" alt="" /></a></p>
<p>Fonte:http://ligadasaude.blogspot.com/2012/02/hierarquia-do-emagrecimento.html</p>
<p>Texto:Rogério Cardoso</p>
<p>Tenho durante os meus últimos 10 anos treinado pessoas que buscam os meus serviços essencialmente e na maioria das vezes para a perda de gordura corporal. Ao longo dos anos, novas pesquisas cientificas tem mostrado como este efeito pode ser potencializado pela alta demanda do publico que busca isso.</p>
<p>Com o tempo tenho evoluído os meus métodos e estão sendo refinados para que isso ocorra mais rapidamente com os meus clientes. Quanto mais os faço emagrecer, mais dinheiro irei ganhar, mais nome vou ter no mercado e mais clientes virão a mim. E isso não acontece somente na minha área, que sou Personal Trainer, mas em outras profissões como a de nutricionista, não é verdade?</p>
<p>Lemos muitas coisas diariamente, escrevi já sobre isso em meu blog (www.fitlabore.blogspot.com), dei palestras sobre o tema e umas das perguntas que mais recebo é “ Como posso reduzir meu percentual de gordura, sem perder minha massa muscular?”.</p>
<p>O grande problema é que lutamos contra um fator importante; o tempo. E cada vez é mais escasso este tempo para qualquer pessoa e, qualquer pessoa quer o resultado mais rápido trabalhando o menos possível para o alcance deste objetivo.</p>
<p>A maioria dos meus clientes possuem somente de 2 a 3 vezes por semana durante 1 hora para treinar e através disso, como podemos maximizar esta perda de gordura, brigando ao mesmo tempo com o próprio “tempo”!</p>
<p>Existem fatores muito importantes para que isso ocorra e acredito numa hierarquia para que isso aconteça:</p>
<p>1-Uma planilha nutricional correta</p>
<p>Sim, este é o fator primordial e primeiro da escala hierárquica. A diferença para a perda de gordura e formação da massa muscular é uma dieta equilibrada e bem feita. Isso está em várias referências acadêmicas. Não tem jeito, não adianta nada ficar 3 horas em uma academia, fazendo esforço físico e depois comer extremamente errado.</p>
<p>2-Atividades que queimam calóricas, aumentem a Massa Magra</p>
<p>Grande parte da nossa perda calórica é relacionada aos exercícios físicos e a nossa taxa metabólica de repouso,que é aquilo que gastamos durante o dia sem estarmos realizando exercício físico. Quanto maior sua massa muscular, maior o seu gasto metabólico basal e maior a sua perda de gordura durante o dia.</p>
<p>3-Elevação do Metabolismo</p>
<p>Sabemos que quanto maior a intensidade do exercício, maior o gasto energético pós-esforço físico. Então, o corpo manterá este metabolismo mais alto, durante um maior tempo, e com isso no final do dia, a demanda metabólica será maior e isso acentuará esta perda de gordura.</p>
<p>4- Atividades extras</p>
<p>Além do que esta planejado fazer, a realização de atividades que gastam calorias ajudam bastante a perda de calorias e as pessoas não tem noção disso. Quanto mais ativas estas pessoas forem, maior o gasto calórico, e maior a perda de gordura da pessoa. Uma ferramenta muito eficaz para seu gasto calórico. Caminhar, passear com o cachorro, subir escadas ao chegar em casa, tudo isso a médio e longo prazo ajudarão na perda de gordura!</p>
<p>Para que eu tenha sucesso com meus alunos as minhas estratégias de intervenção são:</p>
<p>1-Treinamento de Força<br />
2- Treinamento intervalado de alta intensidade anaeróbico<br />
3- Treinamento intervalado de alta intensidade aeróbico<br />
4-Aeróbico no Steady State<br />
5-Aeróbio de baixa intensidade</p>
<p>Este método talvez seja diferente do que vemos na mídia. Na área de treinamento, não existe o certo e o errado e sim, a metodologia de cada profissional e o que ele acredita. Tenho tido durante estes anos, bons resultados com meus clientes, embora meu foco maior seja a saúde como fator primordial. Normalmente quando se quer perder gordura, a mídia ressalta atividade aeróbia de baixa intensidade durante longo tempo e finalmente quando você esta em forma, trabalha-se o treinamento de força para que ele aumente a massa muscular e defina o corpo.</p>
<p>Acredito que devemos atacar rapidamente todas as valências do clientes, na maior intensidade possível, equalizado com o tempo disponível para que a perda de gordura ocorra da forma mais rápida possível, com uma metodologia certa e com segurança para o cliente.</p>
<p>Referências Bibliograficas</p>
<p>Schuenke MD, Mikat RP, McBride JM.<br />
Effect of an acute period of resistance exercise on excess post-exercise oxygen consumption: implications for body mass management.<br />
Eur J Appl Physiol. 2002 Mar;86(5):411-7.<br />
Kramer, Volek et al.<br />
Influence of exercise training on physiological and performance changes with weight loss in men.<br />
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Bryner RW, Ullrich IH, Sauers J, Donley D, Hornsby G, Kolar M, Yeater R.<br />
Effects of resistance vs. aerobic training combined with an 800 calorie liquid diet on lean body mass and resting metabolic rate.<br />
J Am Coll Nutr. 1999 Apr;18(2):115-21.<br />
Katch and MaCardle, Fisiologia do Exercicio Nutrição, Exercicio e Desempenho 7ª Ed. Guanabara Koogan</p>
<p>Um abraço e até a próxima!</p>
<div></div>
<div>Prof. Esp. Rogério Cardoso</div>
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